quarta-feira, 12 de outubro de 2011

19 de agosto de 2010

"Quase onze da noite (...) e eu te odeio. Me odeio também, odeio a humanidade. Te odeio porque você não é quem eu espero. Me odeio porque só sei viver de ilusão. Odeio a humanidade porque ela é ao mesmo tempo indiferente e repressora em relação à minha pessoa. O meu pai diz que o meu ódio e o meu amor são carregados de paixão, então não são ódio nem amor em totalidade. São formas diferentes de paixão. E agora eu te odeio apaixonadamente, como te amo, embora não te ame nesse momento. Na verdade esse ódio nem é de você. (...) Estou farto de mim, só isso..."(A.O)

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